Washington sabia o dia, a hora, o local e o motivo. Quando os Estados Unidos lançaram o alerta para um atentado com vítimas em massa em Moscovo, a precisão da informação, intercetada pelo FBI nas comunicações de um jovem ligado a um grupo neonazi russo, deixou o Kremlin em sobressalto: o alvo seria um museu no sul da capital, no 25.º aniversário de um dos crimes mais odiosos dos *skinheads* contra minorias étnicas