Os habitantes da cidade andavam de trenó na colina onde os nazis construíram Buchenwald, um dos maiores campos de concentração em solo alemão. Em abril de 1945, disseram aos americanos que não sabiam de nada. A historiadora germano-britânica encontrou nos arquivos provas de que sabiam. “Não podemos esperar heroicidade de toda a gente”, afirma, em entrevista ao Expresso, a propósito do seu novo livro