A ministra da Saúde recusou esta terça-feira a ideia de um SNS em “cuidados paliativos”, admitindo, porém, que nem todos os resultados das reformas em curso serão visíveis a curto e médio prazo. Ana Paula Martins anunciou ainda a abertura de até 2400 vagas para o internato médico e destacou a redução dos encerramentos de urgências