Sete promotores foram autorizados pelo executivo liderado por Pedro Duarte a pagar 1,39 milhões de euros em vez de disponibilizarem habitação acessível no Porto. O socialista Manuel Pizarro considera a decisão “manifestamente ilegal”. A autarquia rejeita as acusações, mas compromete-se a propor a revogação se, após uma reunião com a oposição, o PS mantiver que é possível assegurar casas com rendas acessíveis