Antigo presidente da Autoridade da Concorrência defende um maior debate em tornou da cedência aos privados de licenças de espectro de comunicações. Considera que se trata de um bem público escasso e que não deve ser visada apenas a maximização das receitas. Critica relatório Draghi que sugeriu prazos de validade alargados ou ilimitados para as licenças de rede móvel