Quatro anos depois do acordo de Kunming-Montreal, pouco mais de metade dos países da ONU têm planos nacionais, mas a execução e o financiamento continuam a travar a recuperação da natureza. A conferência na Arménia é mais uma que procura passar dos compromissos à ação. Em Portugal houve avanços no planeamento, mas há uma grande distância entre os instrumentos aprovados e os meios financeiros para os executar