Nemonte Nenquimo e Wilson Quieta, dois dos líderes da Alianza Ceibo – a organização de povos indígenas da Amazónia equatoriana galardoada com o Prémio Gulbenkian para a Humanidade 2026 – defendem, em entrevista ao Expresso, que o mundo precisa de ouvir quem protege a Amazónia há muitas gerações. Lembram que os furacões, as secas e as tempestades “são o choro da Mãe Terra” perante os ataques da atividade extrativista