Jorge Palma e o filósofo Eduardo Lourenço descobriram em Paris, no início dos anos 1990, que tinham a mesma divisa: “Por delicadeza, perdi a minha vida.” A memória foi lembrada pelo músico numa conversa, em setembro de 2023, com um jornalista que foi seu amigo pessoal durante mais de 43 anos e que o Expresso volta agora a publicar na morte do artista