O Kremlin estava preocupado com a possibilidade de as eleições revelarem publicamente um sentimento anti-guerra. As eleições para a Duma demonstraram uma manobra política para criar um número que sugere um amplo apoio à ação contra a Ucrânia e a Europa, mas “o apelo à paz tornou-se politicamente significativo” e “nada disto seria necessário se as pessoas ainda gostassem de Vladimir Putin”, dizem analistas russos ao Expresso