Luís Neves respondeu no Parlamento aos deputados, durante quatro horas, admitindo “informalidades” mas defendendo o trabalho feito nos seis meses que leva no cargo. Agora é a vez dos partidos debaterem em plenário a moção de censura apresentada pelo Chega, que tem chumbo garantido e que terá de novo o ministro da Administração Interna no centro do debate