A gestão da água e as escolhas sustentáveis não são um capricho de países ricos. É ao contrário. Quem tem dinheiro dessaliniza, muda de região ou de negócio. Quem não tem fica com os camiões-cisterna e com a fatura da escassez. Num país onde o stress hídrico chega aos 84% no verão e que perdeu 20% da água em duas décadas, pagar a seca depois de ela chegar custou milhões. Não saber quanta água nos resta é um luxo proibido