“O fantástico da fotografia é concentrar a história toda numa imagem. A aflição, a ternura, o ódio, o amor, tudo num fotograma”. Aos dez anos, desceu à grande cidade para viver com a madrinha e servir como marçano numa mercearia. Não era essa a vida que parecia estar destinada num clique daqueles que mudam a vida, assistiu à rodagem de um filme estrangeiro e foi apadrinhado pelo actor principal que lhe ofereceu a primeira máquina fotográfica. António Homem Cardoso conversa com Júlio Isidro no Geração 40. Ouça aqui