Há cerca de um ano à frente da divisão portuguesa da Amnistia Internacional, João Godinho Martins diz, em entrevista ao Expresso, que Portugal está no seu “momento pré”, quando ainda é possível evitar um Governo “antidireitos”. A Amnistia designou o autoritarismo como tema principal das suas próximas campanhas e, num ato raro, defende o envio de uma força internacional militar para impedir que se prolongue mais um genocídio, desta vez no Sudão