Já morreu, coitado | Público | Geral | Artigos e Notícias
O que se depreende do “Já morreu, coitado” é que, na volta, apesar de tudo, por muito mal que os portugueses digam da nossa passagem pela terra, viver sempre é melhor do que morrer. Crónica de Miguel Esteves Cardoso
2026-06-28 23:05:00
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