Depois de ter sido conhecida a morte de um homem de 87 anos após 12 horas de espera, surge um segundo caso nas urgências do Hospital de Portimão: um doente morreu sem ser observado por um médico, cerca de 24 horas depois de dar entrada no serviço. Os enfermeiros pedem escusa de responsabilidade e denunciam “anarquia funcional”, falta de chefia e recusas de observação clínica por parte de médicos de serviço