A nadadora olímpica que fugiu de Damasco em 2015 chama casa à Alemanha, mas diz-se desiludida com o chanceler Merz. Em entrevista ao Expresso nas Conferências do Estoril, confessa-se “muito preocupada” com a liderança da AfD nas sondagens. E considera “diabólicas” as acusações de que a irmã, Sara, foi alvo na Grécia