É improvável que em meio ano Luís Neves seja responsável por tanta coisa. É estranho que quem foi 12 anos secretário-geral ou adjunto só agora tenha um sobressalto com o SIRESP. Por causa dos casos na PJ, do cerco corporativo e de posições sobre tudo o que é relevante no seu ministério opostas às do governo em que aceitou participar, Neves tresanda a cadáver político. E o demitido farejou. A questão não é se Neves tem de ser demitido, é se ainda está em funções