Nos regimes autoritários, há os que fazem o “trabalho sujo” por ideologia ou fanatismo, mas uma grande parte dos funcionários são simplesmente movidos pela falta de oportunidades. Mais de 50 anos depois da morte da filósofa Hannah Arendt, Christian Gläßel, politólogo do Centro para a Segurança Internacional da Hertie School, em Berlim, explica porque é que os ataques aos tribunais e à burocracia devem ser levados a sério e o que Putin e a administração Trump têm em comum