As Nações Unidas parecem concordar que o próximo secretário-geral deve ser uma mulher da América Latina. Três dos sete candidatos correspondem a esse perfil, mas objeções dos membros permanentes podem ditar um desfecho inesperado. “Estamos perante um conjunto de candidatos que, por uma razão ou por outra, têm obstáculos junto dos membros permanentes”, comenta Víctor Ângelo, com décadas de experiência nos corredores da ONU. “Isso coloca a possibilidade de aparecer outro que ainda não é conhecido”