Dez anos depois de se estrear nos álbuns, Mykki Blanco regressou com “Cafe Paradiso”, um disco no qual volta a fintar as expectativas de quem achava que seria apenas uma voz queer do hip-hop. Numa reveladora conversa, fala-nos das suas melhores recordações de Lisboa, cidade a que chamou casa durante quatro anos, dos anos transformadores em Chicago e Nova Iorque e de como, numa época de cataclismos, devemos trocar o “eu” pelo “nós”