As autoridades realizaram buscas num centro hípico de Gaia no âmbito da investigação que levou à prisão preventiva do advogado Paulo Topa. O Ministério Público suspeita que o arguido participou num esquema criminoso que, desde pelo menos 2016, terá usado créditos fictícios e contratos forjados para desviar património e prejudicar credores em processos de insolvência