Enquanto as gigantes petrolíferas europeias prometem uma “mentalidade de zero derrames” nos seus países de origem, as suas operações offshore ao longo da costa angolana parecem contar uma história diferente. Os derrames crónicos de petróleo no oceano deixam as comunidades sem peixe nem alimentos frescos, as praias ficam cobertas de crude e a exposição a substâncias tóxicas aumenta as doenças entre as comunidades locais. Uma investigação que durou um ano revela a crise humana e ambiental oculta de Angola