A 11 de agosto, Carlos Moedas chamou criminoso a um homem que nenhum tribunal tinha julgado, e acusou de inaceitável uma decisão judicial que era sobre outro processo. Já havia dúvidas públicas sobre a autoria dos disparos — a polícia dizia-o, o advogado dizia-o, a PGR viria a confirmá-lo. Nada disso o travou. Duas semanas depois repetiu tudo na Universidade de Verão do PSD, e foi aplaudido. Agora sabe-se que os autores dos disparos da Rua Augusta são outros três, e que aquele homem não era um deles