O presidente executivo da Casais diz que a proposta da LusoLav para o troço Oiã-Soure da linha de alta velocidade entre o Porto e Lisboa vai melhorar a obra e pede ao júri que volte atrás na decisão de a excluir. “Todas as hipóteses estão em cima da mesa”, responde António Carlos Rodrigues quando questionado se, no limite, o consórcio do qual faz parte em conjunto com mais cinco construtoras portuguesas admite impugnar o concurso caso a decisão do júri se mantenha e a obra seja atribuída ao consórcio concorrente liderado pela espanhola Sacyr