Conheceu a injustiça cedo, e reconhece-a hoje como a grande força da política atual. As pessoas precisam de respostas para as coisas mais simples da vida, diz, identificando o seu centro-esquerda como um dos culpados pelo vácuo que o radicalismo veio ocupar. Em entrevista ao Expresso, fala de urgência na regulação de padrões éticos para a IA, da importância de não pedir desculpa por tudo e da “treta” de Putin à qual a Europa não deve ceder. Esteve em Lisboa para participar na conferência Book 2.0 #The Future of Reading