Natural da Jordânia, partiu aos 15 anos com “todas as poupanças da família” para os Estados Unidos, onde fez carreira até julho. O professor e investigador ganhou o prémio Nobel da Química há um ano, com dois colegas. Agora, trocou a América pela China, que oferece oportunidades mais atrativas. Ao Expresso, fala desde a infância marcada por “condições difíceis” até à “revolução de inteligência artificial” que está a “abraçar totalmente”