O INEM diz que se “está a gastar muito” com os voos durante a noite. Ordem dos Médicos, bombeiros, associações, sindicato e comissão de trabalhadores do INEM rejeitam medida e assumem: o corte do helitransporte não vai desencadear “ganhos financeiros significativos” e o “interior do país” será o mais afetado. Nos últimos cinco anos mais de 750 pessoas foram socorridas por estes meios