Dezoito americanos ficaram isolados durante semanas numa instalação especial no Nebraska, nos EUA, após terem sido expostos ao vírus mortal hantavírus no navio de cruzeiro MV Hondius, ‘epicentro’ de um surto no meio do Atlântico, no passado mês de maio. Muitos viriam a descrever a experiência como traumatizante: ao longo da quarentena forçada em Omaha, algumas pessoas tornaram-se cada vez mais agressivas, outras anestesiaram-se com álcool e houve ainda quem se aproximasse de uma crise de saúde mental