A música de MARO, com palavras tantas vezes sussurradas pela notável voz grave da artista, combina-se habitualmente com a placidez crepuscular. No festival Meo Kalorama, em Lisboa, esta ‘temperatura’ de pôr-do-sol transferiu-se para um período noturno, com ótimos efeitos nos fãs mais notórios, mas sem converter outros ‘adeptos’, que repousaram sentados no relvado ou preferiram ruidosamente pôr a conversa em dia