Já há chatbots capazes de recriar, a partir de mensagens, vídeos e gravações deixadas para trás, a voz, as palavras e até o rosto de quem morreu. É uma indústria em rápida expansão, mas que divide especialistas. O Expresso falou com quem estudou estas tecnologias, quem as criou e quem preferia nunca as ter usado