Nas suas telas, a deselegância dos corpos, a irregularidade irrepetível do humano, a sua vulnerabilidade, desconcertam o observador. É essa “beleza da imperfeição”, como a descreve o título da mostra, que fabrica a empatia. Alice Neel fez do ato de retratar uma ode à individualidade das pessoas: Serralves, no Porto, exibe-a