Chegou a Portugal a febre global de proibir as redes sociais a menores. Os relatórios provam que falham na prática, servindo para dar manchetes fáceis aos governos enquanto deixam o negócio da Big Tech intacto. O caminho está a ser percorrido nos tribunais dos EUA, onde o algoritmo e o design viciante começam a ser punidos. E deveria chegar à responsabilidade civil e criminal de quem, aplicando um algoritmo, não é mero distribuidor. Mas regular um negócio que vive de tudo o que queremos evitar exige coragem