Empresas tecnológicas e consultoras continuarão a ser parceiros essenciais. Mas o conhecimento sobre sistemas críticos não pode permanecer exclusivamente fora das instituições. O Estado tem de desenvolver capacidade para compreender a tecnologia que utiliza, definir prioridades, acompanhar equipas, tomar decisões informadas e garantir que os produtos continuam a responder às necessidades dos cidadãos