O novo sistema de gestão de cirurgias permite a mais doentes escolher onde vão ser operados, promete mais autonomia, mas é contestado por médicos devido a falhas técnicas e à retirada de milhares de "pequenas cirurgias" das listas de espera. A Direção-Executiva do SNS decidiu adiá-lo na tarde anterior ao dia em que entraria em vigor. O Expresso reuniu neste texto o que muda com este novo modelo e porque está a ser criticado