O primeiro-ministro espanhol está de novo sob críticas por ter concedido perdões judiciais a três pessoas próximas do seu partido ou dos seus interesses políticos. Os defensores da medida alegam que o indulto mais controverso, de Laura Borràs, ex-presidente do Parlamento catalão e ex-líder do partido separatista Juntos pela Catalunha, servirá para normalizar relações com a região