A doença foi-lhe roubando os movimentos. Primeiro o equilíbrio, depois a marcha, mais tarde a autonomia. Enquanto José Cação aprende a viver com a progressão da doença de Machado-Joseph, investigadores da Universidade de Coimbra testam uma terapia genética que poderá travar o avanço daquela que tem em Portugal a maior prevalência mundial conhecida