É um erro associar as Infeções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) exclusivamente aos jovens: afetam pessoas em diferentes fases da vida, e que os comportamentos de risco não estão necessariamente ligados à idade. Falar de ISTs é também reconhecer que fomos pouco preparados para lidar com os rastreios, a prevenção e a comunicação em torno da saúde sexual. Oiça aqui a conversa com a médica Margarida Graça Santos no podcast “O Prazer é Todo Meu”