Chinesa AliExpress não controla devidamente os produtos que vende através da sua plataforma, fazendo entrar no mercado europeu produtos ilegais e perigosos. Empresa não tem empregados suficientes para analisar a legalidade dos produtos à venda e tinha algoritmos de recomendação e publicidade que promoviam produtos ilegais, diz Bruxelas. Empresa contexta e considera a multa desproporcionada