“Há uma coisa que eu digo sempre, que é super importante: só porque dá para fazer, e só por ser fácil de fazer, não significa que se deve fazer”, resume Rapaz Ego, o alter-ego artístico de Luís Montenegro, cantor e compositor de 35 anos. A ideia é demonstrativa de uma das preocupações centrais num debate que junta criadores, indústria e reguladores perante o avanço acelerado das ferramentas de inteligência artificial