Na EDP as recomposições acionistas foram marcando a vida da empresa. Enquanto o Estado português manteve uma participação, a influência governativa era inevitável. Em 2012 um outro Estado tomou o seu lugar, com a entrada da China Three Gorges a garantir ao Ministério das Finanças um importante encaixe, num período difícil para Portugal. Este é o quarto artigo da série que o Expresso está a publicar sobre as várias dimensões da história da EDP, que a 30 de junho completa 50 anos