O dinheiro do petróleo voltou a jorrar: 5,5 mil milhões de dólares em cinco meses, mais 44% do que há um ano. Mas fica preso num punhado de empresas com contas nos Estados Unidos e na velha fraude cambial que evapora os dólares antes de chegarem aos salários. Seis meses após a captura de Maduro, mudou o dono do esquema — não o esquema