Em França, Itália, Portugal, Países Baixos, Alemanha e Áustria, a direita radical promete baixar impostos e defender o Estado social em simultâneo. Mas as contas não batem certo. A reforma aos 65, como exige o Chega, custaria 2,5 mil milhões anuais; o programa da AfD promete 181 mil milhões por ano em cortes fiscais. Quando estes partidos estão na oposição, a calculadora tende a ser desvalorizada. No poder ou à porta dele, a história é outra