Entre 2015 e 2023, os três arguidos, já em prisão preventiva, ter-se-ão dedicado, em parceria com um cidadão britânico, “à apropriação ilícita” junto de companhias aéreas de peças e componentes aeronáuticas, colocando-as à venda com certificações falsas. Entre as companhias lesadas estão a TAP Air Portugal e a Hi Fly