Nesta segunda parte da conversa, a cientista e professora catedrática Maria do Carmo Fonseca reflete sobre as razões do atraso económico do país e que estratégias deveriam ser tomadas para travar a fuga de cérebros. A investigadora dá o exemplo da China como um caso de sucesso, pela sua aposta na Ciência, e considera que o sistema de ensino precisa de uma revolução, para que os alunos sejam mais estimulados. “Temo que o ensino atual se limite a avaliar conhecimento adquirido e não desenvolva o espírito crítico.” Depois recorda a infância, a adolescência no 25 de Abril, conta como encontrou a sua ‘alma gémea’, e o que deseja para o futuro