Maria da Graça Carvalho assume que tem um papel sobretudo político e de orientação, mas não pode ordenar, nem controlar diretamente a autoridade em conservação. Sobre a reestruturação do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e da Agência Portuguesa do Ambiente, diz que é preciso “rever procedimentos administrativos, eliminar redundâncias e tornar as entidades mais eficientes na resposta”