Sessenta reuniões. Quarenta pontos por consensualizar. Um pacote laboral chumbado. E foi preciso um comediante com microfone para fazer o que meses de concertação social não conseguiram: sentar Armindo Monteiro, da CIP, e Mário Mourão, da UGT, à mesma mesa sem que ninguém saísse pela janela. O resultado? Um acordo histórico. Sobre o Benfica. Ouça aqui a entrevista em podcast