Primeiro foi-se o telhado, depois a casa. Encontraram soluções para remediar, mas passaram-se 100 dias e a casa que era apenas temporária continua lá. Depois do comboio de tempestades que destruiu a região centro, há bebés a nascerem em bairros improvisados, famílias inteiras fechadas em poucos metros quadrados e vidas suspensas entre seguros que não chegam, rendas impossíveis e promessas de reconstrução. Em Leiria, o mau tempo passou, mas para quem vive nos contentores, a tempestade continua a morar à porta. Veja o vídeo