O ministro dos Negócios Estrangeiros abriu o Foro La Toja, na Gulbenkian, sobre as relações transatlânticas, com um discurso a explicar o porquê de Portugal continuar ao lado dos EUA, numa relação "perene", em contraste com dois antecessores: Paulo Portas assumiu não confiar nos EUA para defender a Europa, e pôs Trump ao lado de Putin; Augusto Santos Silva pediu "uma reação mais dura" às ações norte-americanas, e manifestou a sua falta de respeito por Mark Rutte, secretário-geral da NATO