O que está a começar a ler é uma espécie de diário de um homem, militar, que foi uma dos primeiros a chegar a Chernobil após o desastre nuclear. Chama-se Andrii Kulish, tem 67 anos, e são dele todas as fotografias que vai ver neste trabalho, tal como as palavras e as histórias. Este é o seu testemunho, partilhado com o Expresso, 40 anos depois de ter sido chamado para liderar a 7.ª companhia na limpeza da cidade: “Esperávamos conseguir dominar a força do átomo com um simples detergente em pó”