A Armada portuguesa reconhece que ameaças emergentes aos cabos submarinos, como as provenientes de navios russos, “têm vindo a acompanhar as evoluções tecnológicas", o que "obriga a Marinha e outras entidades públicas competentes a um esforço acrescido" que acontecerá no próximo ano. Em 2027, com a entrada ao serviço do navio "D. João II", os militares esperam reforçar essa capacidade de intervenção com mais drones